Publicado por: Juddy Spencer | 16 de Abril de 2018

Timing is everything

É tudo uma questão de tempo, é tudo sobre o tal do timing.
Será?

Parece que tudo que tenho assistido é em relação a isso: timing. O momento certo para as coisas acontecerem. Não que eu acredite que há um momento certo para as coisas acontecerem necessariamente, não de uma forma pre-determinada, anyway.

Esse final de semana eu estou reassistindo Sherlock, o seriado da BBC com Benedict Cumberbatch (daria pendurada para essa pessoa, inclusive) e ele tem uma paixão que nunca acontece, com a Irene Adler.

Sem contar os inúmeros episódios de Grey’a Anatomy, né. Os casais que não conversam, acabam relacionamento mesmo que se amem… aquele drama.

Assim como em The Middle, nessas últimas temporadas, a Sue Heck tem uma paixão pelo seu vizinho maravilhoso e exatamente por ele ser maravilhoso ela acha que não tem chance alguma. Mas para quem está do lado de cá como espectador, tem a chance de ver que o rapaz sofre do mesmo problema, apaixonado por ela mas acha que ela não é apaixonada por ele. O último episódio ela estava mais que determinada a se declarar para ele e quando ela chegou na casa dele, ele, em exctasy, lhe contou umq novidade: ia fazer um intercambio de verão em Ganda. Nesse momento a Frances, comenta: “Quando se trata de amor entre os jovens, timing é tudo”. Mas será?

Bom, imagina como essa história de estar afim do vizinho gato, se sentindo a patinha feia, já que o boy pode ter e tem diversas mulheres atras dele, fez eu me sentir, né?

E atualmente ele tem uma em especifico, que para piorar minha vida, assim como eu, tem a ver com timing. Mas é pior. Por que eles já tiveram um affair, quando ele era adolescente, rolou sentimento, a porra toda. Mas ela partiu o coração dele, ela tinha vergonha dele porque ele era mais novo que ela. A parte engraçada disso tudo é que eu nunca tive vergonha de dizer que com 22 anos eu tinha ficado com um menino de 17 (no caso ele). Mas hoje eles estão juntos, ele tá com ela e a gente não ficou. Mais um vez, timing.

Se reencontraram num churrasco que eu me recusei a ir. Timing? Eu não fui, ela foi. Eles se reencontraram, tudo aconteceu, não sei exatamente como, nem quando, nem importa, mas aconteceu. E está acontecendo até hoje, dois meses depois. Não fico me perguntando, nem remoendo (isso até me admira, encaro como amadurecimento, crescimento pessoal) se teria sido diferente se eu tivesse ido aquele churrasco. Mas encaro como nada mais e nada menos do que: um questão de timing. Não fui, e foi isso. E daqui para frente?

Toda vez que eu encontrava com ele depois dos meus 22 (vale lembrar que tenho 31 hoje) ficava pensando em como seria “dá uns garro”, como falaria uma amiga, nele de novo. Ele passou os últimos 5 anos namorando e eu só admirando de longe: como ele cresceu, como ele virou um homem, o quão gostoso ele ficou… Imagina minha surpresa quando esbarrei com ele aleatoriamente, num dos meu lugares favoritos, e ele me disse que tava solteiro?  Foram dois anos ignorando a existência dele na academia, tentando não me concentrar na pessoa alheia e agora é tudo uma questão de que? Timing!

Ele mora atras da minha casa. Da minha janela vejo a casa, o carro e a moto dele. Mas desde que ele foi um idiota comigo (é, teve isso) no eu aniversário nunca mais nos vimos nos últimos dois meses.

Passei janeiro inteiro esbarrando com ele, apaixonada, e sonhando que era recíproco. Cada esbarrão eu podia ler nele exatamente as mesmas coisas que eu estava sentindo. Mas ainda assim ele se envolveu com outra pessoa. Nessa parte que eu deveria ter certeza que eu li tudo errado. Mas aí que tenho mais certeza de que estava certa (melhor não tentar explicar). Porque paixão não é amor. É só um tesão louco, uma obsessão que, com sorte, sempre, SEMPRE passa. As vezes em semanas, meses, mas é fato, é biológico: passa em no máximo 2 anos. Pela amor de Deus, a minha não precisa durar isso tudo rs. Mesmo que nada mais aconteça entre nós por enquanto, sempre vai existir uma faísca. No momento eu ainda to com raiva do que ele fez comigo no meu aniversário mas tem muita água para passar por de baixo dessa ponte.

Por exemplo, temos um casamento em comum dentro de 45 dias. Vamos nos hospedar no mesmo hotel. Não tenho muitas esperanças nisso, de que vai rolar lá, porque não vai. Uma certeza eu tenho: foco em Tony Hobbins, lembre-se do seu melhor momento. O que vai acontecer lá eu não sei. O que eu sei é que eu irei linda e plena. Farei o que eu sei fazer de melhor e só percebi recentemente: exalarei confiança, serei um mulherão da porra, rainha da porra toda. Nisso eu me garanto, assim como fiz no casamento da Amanda.

É tudouma questão de timing. Não vejo um futuro com a gente casando, tendo filhos. Nos conhecemos há anos e ao mesmo tempo não não conhecemos at all. Mas eu queria poder conhecer. Quero ficar com ele, de verdade. Não pela metade, como aconteceu. Isso vai acontecer, um dia. Afinal, é uma questão de timing, é o nosso timing não é agora. E eu só preciso aceitar e o que me enche de orgulho é que eu to aceitando.

Como acabei de ver no ep2 da s4 de Sherlock: It’s what it’s. Aceitando aquilo que não podemos mudar. Eu não posso mudar a distância, mesmo que estejamos fisicamente perto. Por mais que eu queira bater na porta dele e falar “e aí?”, não o farei. Só imagino um cenário onde isso vai me machucar, onde eu me sentirei menor, humilhada e insegura. Por isso repito: é tudo uma questão de timing, okay? Aprenda a esperar o seu, a vida sempre faz seu serviço. Os caminhos se cruzam quando eles tiverem que se cruzar. Desculpa? Talvez. Medo? Com certeza. Não quero mais me colocar em posição de vulnerabilidade desse jeito. Já me machuquei de mais com esse papo de que é melhor se arrepender do que acordar na vontade. Chega de arriscar, brincar com meus sentimentos. É só uma questão de timing.

 

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Publicado por: Juddy Spencer | 7 de Março de 2016

O mendigo apaixonado.

La vie en rose

Quem observava aquele moço dormindo na calçada, envolvidos em farrapos não acreditaria se eu lhe dissesse que aquele pobre homem um dia havia sido um homem de negócios. Daqueles de terno e gravata, com barba feita e perfume importado. Daqueles com um carro de ar condicionado e direção hidráulica, bem sucedido e sem amor. O típico empresário.

Não era satisfeito porque havia falta. Sentia dor no pobre coração, que pulsava acelerado na academia às dez horas da noite, o único horário que havia disponível. Não tinha amor.

E por não ter amor, começou a andar distraído, olhando para o céu, admirando o seu infinito azul. Descobriu sozinho que o céu não é só azul e que as nuvens não só são brancas. Há cores nas nuvens, e nelas via branco, cinza, amarelo, laranja, vermelho… assim como o namorado descreve com precisão os olhos da namorada, esse homem conseguia esmiuçar as…

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Publicado por: Juddy Spencer | 25 de Novembro de 2015

Ando estranha esses últimos dias. Ando “chorosa”, nem sei se isso é uma palavra. Ontem chorei até dormir. E não consigo identificar qual o problema. Talvez eu estivesse segura de mais que estava bem resolvida e que havia finalmente amadurecido emocionalmente e percebi, de uma maneira bem simples e retardada, que não estou. Talvez eu me sinta estagnada na vida (emocional, profissional, economicamente) e não saiba o que fazer ano que vem. Se for isso tá tranquilo, em breve as coisas se encaixam sozinha, eu aceito que a vida segue seu rumo e sempre cuida de mim. Talvez eu tenha percebido que ao invés de colocar meus comportamentos inadequados (que causam angustia e muito sofrimento) em extinção, eu os generalizei em outras áreas da minhas vida. Antes eu era possessiva/obsessiva apenas com nos relacionamentos amorosos/sexuais, agora expandi para o meio profissional, amizade, familiar e por aí vai. Isso me entristece para caralho. Talvez, e só talvez, e espero muito que não seja isso, eu só esteja chateada por que conheci alguém, e executei todos os comportamentos que repudio, como sempre, por que me fazem muito mal. O que me leva a ficar mal por que significa que ainda falta muita inteligencia emocional. E eu não sei como fazer diferente. Em geral, eu sei o que deve ser feito, como deve ser feito, mas sempre faço o contrário. Isso é burrice.

Publicado por: Juddy Spencer | 19 de Novembro de 2015

Cansei de ser trouxa

Parece que tem sido o lema do ano: “ser trouxa”. Acho que nunca ouvi tanto essa expressão num ano, desde piadinhas sobre fazer origami com seu papel de trouxa a proibições de entrar em Hogwarts por ser trouxa na vida. Seja lá qual a piada da vez, o que importa é deixar de ser trouxa, exercício difícil de executar.

Eu tenho um discurso muito bonito com minhas amigas sobre deixarmos de ser trouxa. Antes quando um cara vacilava comigo de alguma forma eu o achava um babaca e me vitimizava. Depois passei a continuar acha-los babaca mas passei a perceber que a maior babaquice foi eu ter deixado ele me fazer de otária. Diversas vezes nos colocamos em posições humilhantes constantemente por que abaixamos nossa guarda em situações que não devíamos (e todos os sinais pelos quais não devíamos estavam ali, o tempo todo, nós que não fomos treinadas/educadas para enxerga-los). O mundo não ensinou a nós, mulheres, a nos protegermos e nos colocarmos como guardiãs de nós mesma. Claro, babacas sempre serão babacas, mas nos não precisamos sempre sermos trouxas.

Na postagem anterior comentei sobre uma paixonite aguda. Ela persistiu até uns dias atras quando me empoderei do meu conceito de mulher independente/confiante e cheia de atitude convidei o boy para sair, afinal, é como dizem, o não você já tem, certo? Sim, certo, mas eu odeio essa frase rsrs O Boy me deu um puta corte rsrs Deixou bem claro que ele não estava interessado em sair comigo. Ele não foi escroto, nem grosso, nem mal educado, só sincero. Em outras épocas rolaria um coro quase que geral das amigas “mas ele não te merece”, “que babaca”, “se não te quer deve ser viado” e daí em diante. Mas cara, nem todo homem é obrigado a me querer, e outra verdade que aprendi maior ainda: nem todo homem quer te comer. Crescemos ouvindo que todo homem quer comer qualquer mulher. MAIOR MENTIRA DA FACE DA TERRA!

No dia que levei o corte do boy, umas três sextas atrás, resolvi fazer um tinder. Dentre vários caras que conheci, marquei de sair com cinco deles: o primeiro me deu um bolo, o segundo é primo da minha melhor amiga mas não deu em nada e o terceiro foi tão legal que me fez cancelar os outros dois dates. Por que? POR QUE EU SOU TROUXA! RSRS

Foi legal porque ele tem as mesmas ideologias politicas e sociais que eu, porque ele tem preconceito com a mesma marca de cerveja que eu, porque ele ouve rock (mais do que eu até), porque ele foi gentil o tempo todo, porque ele era uma gracinha e eu tive vontade de beija-lo no momento que eu o vi, porque a conversa fluiu, porque o beijo no final da noite partiu dele e foi bom, porque estávamos sóbrios, por que ele mandou mensagem no outro dia e todos os outros que se seguiram desde então.

E agora, quase duas semanas depois, estou aqui esperando ele me chamar para sair de novo, porque é obvio, que eu, em toda minha ansiedade já o convidei, mas não rolou no dia e agora é preciso que o convite parta dele, ou corro o risco de me colocar num local que eu não quero estar novamente, por que né, já conhecemos essa história. Além disso, está rolando uma super dificuldade, como sempre, de fazer o que deve ser feito: continuar vivendo sem esperar nada desse encontro. O certo era eu dar atenção ao rapaz sempre que o mesmo me procurasse, procura-lo algumas outras, afinal, o interesse também é meu, e levar uma vida leve/tranquila, desprovida de expectativas em relação a isso. Mas não, ao invés disso eu resolvi surtar (internamente, tá gente? Não com o boy) e questionar o tempo todo por que ele não me chama, o que tem de errado, por que não rola outro date, se ele está me enrolando, se ele está pegando outras e me deixando na geladeira… Daí, pra pior. E gente, pelo amor de DEUS, eu conheço o cara há duas semanas só! Sai carência!!! Eu sou mais!!!

Preciso me curar dessas neuras e me libertar dessas coisas, de achar que todo cara que eu conheço vai me namorar, casar e ter filhos comigo. Isso gera tanta ansiedade/expectativa em mim, que só traz sofrimento, não ajuda em absolutamente em nada, muito pelo contrário. Não quero mais ser assim, não aceito mais isso na minha vida.

Vou continuar sendo trouxa por um bom tempo, disso eu tenho certeza, mas vou lutar cada dia mais para tentar deixar de ser. Acredito na luta, na constante que se eu não desistir um dia a mudança chega.

Publicado por: Juddy Spencer | 20 de Agosto de 2015

Sobre estar apaixonada e outras coisas…

Incrível! Nunca sabemos quando vamos nos apaixonar! Geralmente é um dia como outro qualquer. No meu caso, eu estava no mesmo lugar de sempre, cercada das mesmas pessoas de sempre quando o avistei. Nunca relatei sobre minhas paixões aqui por que sempre me “envergonhei” delas. É como se fossem sempre carência, nunca paixão. O que geralmente ocorre é: eu vou para balada, fico bêbada, beijo um cara, acordo apaixonada.

E por acordar apaixonada quero dizer: acordo pensando nele, que ele vai me adicionar, me ligar (caso tenha meu número), em sairmos de novo, casarmos, termos filhos, comprar casa, carro, viagens pela Europa e tudo que possam ter como padrão de felicidade nessa sociedade escrota que prega que só podemos ser feliz casando (assunto para outro artigo).

Minhas paixonites agudas, como as chamo, no modelo acima duravam cerca de uma semana, estourando duas. Tempo o suficiente para eu tomar na cabeça e aceitar que foi um único encontro, que aquilo não vai se repetir, e, quando a vida queria realmente enfatizar o recado, ainda encontrava o cara pegando outra na rua rsrs É galera… se não aprendemos por amor (conselhos de amigos e pais) a vida nos ensina pela dor.

Okay, mas o que me fez querer escrever sobre estar apaixonada justo agora? Será que aconteceu alguma coisa diferente? Então, se foi realmente diferente, eu não sei. Talvez continue sendo carência. Desde o ultimo post (que escrevi para uma paixonite que foi passar um ano no Estados Unidos) amadureci e cresci muito. Eu sempre quis saber o que era o tal do amor próprio, aquele que dizem que cada um tem que se amar e aprender a viver consigo mesmo antes de amar alguém, sabe? Pois é, não sei se estou pronta depois de dois anos e cinco meses para amar de novo mas uma certeza eu tenho: aprendi a ser muito feliz comigo mesma. Descobri que sou uma ótima companhia, que não preciso sair todo final de semana para ser feliz, não preciso ficar com ninguém para me sentir completa e amada, que não vou morrer se passar meses sem sexo, que masturbação feminina facilita nossos orgasmos INCRIVELMENTE quando estamos a dois e nos satisfaz sempre que precisamos (nossos dedos, nossos melhores amantes)… Enfim, descobri um mundo novo. Inclusive consegui ficar com caras poe longos períodos sem terminar apaixonada ou desiludida (habilidade que eu adorei desenvolver, diga-se de passagem).

Mas dessa paixão de agora é diferente. Eu não fiquei com o cara e nem sei se o cara está interessado em mim. Sei que me apaixonei por ele no momento que stalkiei (por que né, alguns hábitos nunca mudam, né galera, paciência rsrs) e vi que o cara era de câncer rsrs apesar de não acreditar na influencia do signos me divirto muito com esse assunto. A uns meses venho dizendo no twitter que quero namorar um cara de câncer que é doce e amável, comprometido e ligado a família, e que estou cansada de geminianos, seres volúveis, complicados e desapegados.

Na verdade esse não foi o único motivo. A uns dois anos tenho a sensação que já conheço todos os cara solteiros de da minha cidade, e que só duas formas dessa safra ser renovada: Ou o cara vai ter vindo de outro estado para cá trabalhar (por que se for para estudar só não quero não, tô velha para isso) ou o cara namorou anos e de repente está solteiro, novamente disponível no mercado. Ele se encontra nesse segundo caso.

O problema que na noite que o conheci a ex namorada (com quem ele namorou por seis anos, foi da turma dele na faculdade, e terminou ano passado) dele estava no mesmo evento e rolou uma treta (que ninguém soube me dizer exatamente qual, mesmo quase todos no recinto conhecessem ambos) e a garota acabou indo embora cedo. Em algum momento da noite eu sei que puxei assunto com o mesmo e o ele disse que a noite dele estava sendo ruim, que estava um climão no ar e tal, enfim, não ia rolar nada. Nada aconteceu entre a gente. Esse foi o diferencial. Nunca um cara que eu tinha certeza que poderia capturar com meu charme me disse não assim. Talvez não seja paixão, talvez não seja carência também, talvez seja capricho meu. Ou talvez seja paixão mesmo rsrs Só sei que acordei com o velho sentimento já conhecido: pensando nele, que ele vai me adicionar, em nos esbarrarmos de novo, casarmos, termos filhos, comprar casa, carro, viagens pela Europa…

Mas não quero mais ser aquela louca do rock que adiciona o boy no outro dia. Não quero mais ser uma louca ansiosa que age por impulso. Então mesmo depois de stalkear, achei melhor não adiciona-lo e dar uma chance para vida ajeitar outra encontro, o que não é difícil na cidade onde vivo. No outro sábado, saí com um grupo de amigos meus, que saio sempre, amigos de anos, que coincidentemente todos conhecem ele também (chega a ser irônico só eu não conhecer rsrs) e me avisaram: ele é lerdo, ele é sonso, ele não vai chegar em você, você tem que fazer todo o trabalho sujo. Então, nesse sábado, 7 dias depois, tomei a liberdade de  adiciona-lo no Facebook e ele prontamente me aceitou. Mais uma vez fiz uso do meu auto-controle e só puxei assunto no final do dia seguinte.

O assunto fluiu bem, ele me respondia frequentemente. As vezes demorava, mas as vezes eu demorava igualmente, não para me fazer de difícil mas por que estava mesmo ocupada tomando uma cerveja com as amigas.

O problema é que não quero ser aquela velha pessoa, desesperada, que sofre e se descabela. Não quero ser aquela velha pessoa que transfoma tudo em algo pesado e puxado. Então resolvi fazer a coisa mais bizarra que eu creio que alguém podia pensar: um planejamento estratégico para conquistar o homem do seu interesse. Claro que não tenho a menor garantia que vá dá certo, mas se existe a chance de dar certo, concluí que é dessa forma.

Consiste em basicamente dois passos:

1- Adicionar o boy no facebook (adicionei no facebook por que o facebook indica amigos em comum, indica amizades e tal, não soa tão stalker assim, ou seja, é menos bizarro que instagram ou outra rede que você precisa efetivamente procurar a pessoa para encontrol-a, além do mais o facebook tem chat, o que facilita MUITO o processo para puxar papo)

2- Puxar papo no máximo 3 vezes (no caso desse boy, por que em geral a regra é: eu puxo o papo uma vez e necessariamente ele tem que puxar a próxima, ou o boy não tá afim) depois disso deixar o boy vir puxar.

3- se depois disso, ele não puxar papo, então o plano é seguir adiante e é preciso ter claro na sua cabeça e coração: atenha-se ao plano, ou aí sim você pode vir a pagar de bocó.

A parte mais difícil do plano é puxar o papo em si. Isso por que em geral quando estamos afim parece que tudo o que falamos é ridículo. Então é fundamental que tenhamos em mente que a conversa deve fluir exatamente como seria com outra pessoa qualquer. Se você acha que qualquer pergunta que você fizer vai soar ridícula, então você precisa parar, respirar, e no máximo tentar reformular a pergunta com outras palavras. Nada de desespero. Nessas horas adoro pedir ajuda das amigas, por que como não são elas que estão afim, elas conseguem analisar muito melhor a situação.
Enfim… agora é esperar rsrs

E mesmo depois de escrever isso tudo, ainda me sinto rídicula por estar achando que estou apaixonada rsrs

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